sábado, 31 de dezembro de 2016

Explorando Mendoza

Finalmente, após 5 dias de viagem desde Montevidéu, encontrei assuntos para fotografar. A começar pela visão deslumbrante, embora ainda um pouco distante, da Cordilheira dos Andes que ainda apresenta picos nevados apesar do verão. Em segundo lugar pela singularidade da cidade de Mendoza: dentre todas as cidades que visitei mundo afora não conheço nenhuma que seja tão arborizada quanto ela. Olha que não estou falando de algumas ruas arborizadas com árvores esparsas. Estou falando de TODAS as ruas do centro INTEGRALMENTE arborizadas, a ponto de ser difícil tomar sol caminhando pelas calçadas. Um exemplo a ser seguido. Outro assunto que nos motivou a fotografar foi a visita às vinícolas, sem dúvida um dos pontos alto da visita a Mendoza. Digo um dos pontos altos, porque amanhã pretendemos “dar uma voltinha” nos Andes para conhecer o Parque Provincial do Aconcágua, a cerca de 180 km de Mendoza.

Vista dos Andes a partir da Bodega Septima

Comprando vinho na Bodega Septima

Comprando vinho na Bodega Familia Zuccardi

Almoço no Restaurante La Marchigiana

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Chegando em Mendoza

Finalmente, após 17 dias, chegamos ao ponto mais distante de nossa viagem: Mendoza.  Do Rio de Janeiro até Mendoza foram percorridos 5.450 km. Felizmente todo o planejamento feito até o momento pôde ser cumprido integralmente. A viagem transcorreu sem nenhum problema. Podemos dividir a viagem até aqui em dois segmentos distintos. O primeiro, do Rio de Janeiro a Montevidéu foi o trecho mais rico em atrativos. o segundo, de Montevidéu a Mendoza, entretanto, foi demasiadamente monótono. Contribuiu para isso o relevo absolutamente semelhante em todo o trecho: uma planície sem fim de campos cultivados, de relevo absolutamente uniforme e de pouca vegetação.  Uma surpresa desagradável é que o trecho entre Montevidéu e Mendoza não oferece boas opções de alimentação. É mesmo raro encontrar nas estradas um restaurante de qualidade ao menos razoável. Neste ponto já estou com saudades do Brasil.
A verdade é que já estou há 4 dias sem tirar uma foto! E não é por preguiça mas sim por falta de um tema que valha a pena!
No mais, a viagem segue tranquila sem contratempos. Amanhã tentaremos visitar alguma vinícola mas não sei se conseguiremos pois a maioria delas estarão fechadas em razão do reveillon. De qualquer modo Mendoza possui muitas adegas onde se pode comprar vinhos a preços honestos.
Passaremos 3 noites em Mendoza e, após, começaremos a viagem de volta ao Brasil.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Mais um dia de monotonia

O trecho entre Rosário e Rio Cuarto, como o anterior entre Fray Bentos e Rosário, não possui nenhum atrativo. É uma imensa planície de intermináveis campos cultivados de soja, milho e trigo e de pouca vegetação.No trecho a única vontade é pisar fundo no acelerador para chegar logo ao destino. Quanto a pisar fundo vale repetir aqui o comentário que fiz quando fui à Patagônia de carro em 2012: elegi como medida de segurança uma velocidade máxima de 120 km/h quando a estrada permitia. A mesma eleita pelos argentinos ...como velocidade mínima. O resultado é que com essa velocidade só ultrapasso ônibus e caminhões!
Hoje pernoitaremos em Rio Cuarto, a meio caminho entre Rosário e Mendoza, onde passaremos o ano novo.
Amanhã tenho boas expectativas, pois passaremos por São Luis, decantada como uma das províncias mais interessantes da Argentina.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Um dia perambulando em Rosário

Hoje o dia foi de andanças em Rosário. Acredito que tenhamos andado umas 4 horas! Aproveitamos o dia também para fazer a revisão de 30.000 km de nosso bravo Sandero Stepway. O custo da revisão foi o mesmo que eu pagaria no Brasil, portanto, sem surpresas. Aliás, o custo de vida na Argentina - pelo menos em Rosário - mostrou-se igual e, às vezes até menor, que o do Brasil. Confirmamos, outrossim que o custo de vida no Uruguai - sobretudo na alimentação - está muito caro.Bem mais caro que no Brasil e na Argentina. Financeiramente não está compensando fazer turismo no Uruguai.
Infelizmente não temos fotos a mostrar de Rosário, pois a expectativa que tínhamos da cidade não se concretizou. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Chegando à Argentina

A viagem de hoje entre Fray Bentos, no Uruguai e Rosário, na Argentina, foi bastante monótona. O trecho entre as duas cidades é uma grande planície, no momento apresentando grandes trechos inundados pelas recentes chuvas que caíram no norte da Argentina. A destacar apenas a grande área de inundação permanente, um verdadeiro "Pantanal Argentino", na região de Entre Rios (entre os rios Paraná e Uruguai). É uma impressionante área alagada de quase 20.000 km², entre as cidades de Vitória e Rosário e que se estende de Santa Fé ao delta do Rio da Prata.
Nossa expectativa era pelo custo de vida na Argentina, uma vez que os preços no Uruguai nos assustou um pouco e comprometeu o orçamento estimado da viagem. A primeira impressão foi favorável. Aparentemente o custo na Argentina será um pouco menor que no Uruguai. Pelo menos foi isso que aparentou o primeiro gasto realizado na Argentina: o litro de gasolina está em torno de R$ 4,00, enquanto no Uruguai estava próximo a R$ 5,00. A conferir os próximos gastos. Ficaremos hospedados em Rosário duas noites e aproveitaremos o dia de amanhã para conhecer os principais atrativos de Rosário. Aproveitaremos para fazer a revisão de 30.000 km de nosso bravo Sandero stepway em uma autorizada Renault.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Atravessando o Uruguai

Hoje deixamos Montevidéu com destino a Rosário, Argentina. Saímos no momento certo pois a região do Rio da Prata, especialmente Montevidéu e Buenos Aires, está literalmente debaixo d'água. Hoje, após deixarmos nossa filhota Simone no aeroporto, fizemos o percurso entre Montevidéu e Fray Bentos, às margens do Rio Uruguai, na fronteira com a Argentina. Em Fray Bentos pernoitaremos hoje e amanhã retomaremos a viagem até Rosário. Amanhã, portanto, será dia de duas alfândegas. Haja paciência!

No caminho aproveitamos a passagem pela região vinícola de Canelones e visitamos a Bodega Junicó (Família Deicas) a fim de comprar vinhos.

Bodega Junicó







Por do sol em Fray Bentos, às margens do Rio Uruguai





domingo, 25 de dezembro de 2016

Colonia del Sacramento

O dia 25 de dezembro é normalmente um dia "morto", dedicado à cura da ressaca resultante da bebedeira da véspera. Em Montevidéu não é diferente, às 10 horas da manhã a impressão é de que todos ainda dormiam, uma vez que as ruas estavam desertas. Para não ficar presos no hotel, decidimos fazer um visita à Colônia del Sacramento, conhecida vila histórica situada às margens do Rio da Prata e uma das cidades mais cultuadas do Uruguai, pelo seu preservado centro histórico. Entre Montevidéu e Colônia enfrentamos uma terrível tempestade e a chuva perdurou durante todo o percurso. Chegamos a Colônia ainda sob chuva, obrigando-nos a nos abrigar no primeiro restaurante que encontramos aberto. Menos mal que estava na hora do almoço, então aproveitamos e ...almoçamos. Após o almoço felizmente o tempo melhorou e a chuva deu uma trégua o que nos permitiu uma fazer uma caminhada pelo centro histórico e fazer algumas fotos não obstante a iluminação deficiente.

chegando a sacramento

esperando o almoço


Farol

Natal em Montevidéu

O natal em Montevidéu resumiu-se a uma caminhada no centro histórico, desde a Praça da Independência até o Mercado do Porto, e o jantar no Hotel Cala di Volpi, onde nos hospedamos. Foi um dia calmo, dado ao pouco movimento na cidade. Pudemos ver sem atropelos os principais atrativos do centro histórico.

Praça Independência

Mercado del Puerto

Teatro Solis

Jantar de natal no Cala di Volpi

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Chegando em Montevidéu

A ideia seria aproveitar a manhã de hoje para tomar um banho de mar em Punta del Leste. Entretanto o tempo amanheceu nublado e preferimos não encarar o banho e mar. Uma vez que o check-in no hotel em Montevidéu estava previsto para as 14 horas e a distância de Punta a Montevodéu é de cerca de 110 km, preferimos aproveitar a manhã para conhecer os balneários ao norte de Punta, especialmente o povoado de José Inacio que se destaca dos demais em razão de seu lindo farol. 
Após a visita aos balneários retomamos a estrada para Punta del Leste e daí para Montevidéu. Entre Punta e Montevidéu, visitamos o museu Casapuebla, em Punta Ballena, que apresenta um acerco permanente das obras do artista Carlos Paez Vilaró. Em Montevidéu nos hsoepdamos no Hotel Cala diVolpi, onde passaremos o natal.

José Ignacio



Casapuebla



quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Chegando ao Uruguai

Hoje foi o dia mais longo da viagem. Percorremos quase 500 km entre Pelotas e Punta del Leste. O trecho não apresenta grandes atrativos. A destacar apenas o simbolismo do Arroio Chuí, fronteira entre o Brasil e o Uruguai, e a pujança de Punta del Leste, o balneário mais visitado do Uruguai. A propósito de Punta del Leste vale registrar a surpresa - desagradável - dos preços da alimentação, comparativamente aos preços do Brasil. Que tal comer uma salada por 80 Reais, uma sopa por 60 Reais ou um pizza média por 80 Reais? Não sei dizer, a bem da verdade, se os preços estão caros ou se estamos ganhando mal!

Arroio Chuí, fronteira com o Uruguai




Punta del Leste



quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Rumo a Pelotas

Começamos hoje o décimo dia de viagem com um desafio. Arrumar na mala pequeníssima do Sandero Stepway a bagagem de 3 pessoas, sendo duas mulheres! Mas, o que a princípio parecia difícil, foi extremamente fácil. Minhas parceiras de viagem demonstraram que sabem viajar. Carregam apenas o necessário, sem supérfluos. O resultado: malas pequenas e fáceis de arrumar. A viagem do aeroporto Salado Filho até Pelotas foi tranquila. Percorremos os 270 km sem qualquer problema. A estrada estava em boas condições e o tráfego estava pouco intenso. No trajeto fizemos uma pausa para almoço na cidade de São Lourenço do Sul, agradável balneário nas margens da Lagoa dos Patos. O pernoite de hoje será na Charqueada Santa Rita Pousada do Charme, uma agradável pousada às margens do Arroio Pelotas.

São Lourenço do Sul



Charqueada Santa Rita



terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Serra Gaucha

Mudança de planos. Ao invés da viagem pelo litoral gaúcho que havíamos programado, decidimos revisitar a serra gaúcha, especialmente Canela e Gramado. Fizemos o roteiro de Praia Grande a Porto Alegre pela linda Rota do Sol, a partir de Terras de Areia na BR 101, passando por São Francisco de Paula, Canela e Gramado. Nesta época do ano as estradas da serra estão particularmente bonitas uma vez que as hortênsias estão floridas, dando um colorido todo especial às estradas. Em Canela revisitamos o Parque do Caracol, cujo principal atrativo é a cachoeira de mesmo, uma das cachoeiras mais espetaculares do Brasil e, em Gramado, revisitamos o Lago Negro, que apresentava-se especialmente lindo, emoldurado por hortênsias em flor.

Hoje nos hospedaremos no Ibis Aeroporto Porto Alegre, onde esperaremos nossa filha Simone que nos acompanhará de carro até Montevidéu



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Da Praia da Vila a Praia Grande

Aproveitamos o dia de hoje para revisitar a cidade histórica de Laguna, a qual conhecemos há 15 anos  atrás. Após a visita à cidade atravessamos de balsa a barra da laguna a fim de conhecer o Farol de Santa Marta sobe o qual muito ouvimos falar mas que ainda não conhecíamos. É um sítio turístico bem interessante, Merece ser visitado.

O viagem do dia terminou em Praia Grande, SC, onde pernoitaremos hoje. Praia Grande é a porta de entrada do Parque Nacional dos Aparados da Serra (parte baixa), sendo a partir dela que se realiza os trekkings aos diversos cânions da região.

Pensei inicialmente em subir até Cambará do Sul pela Estrada do Faxinal, que atravessa o parque, e seguir, após Cambará, até Porto Alegre, onde nos encontraremos com Simone que nos acompanhará até Montevidéo.

Porém a razão falou mais alto, pois meu "caidinho" carro de passeio não me permitirá fazer essa aventura. Assim, amanhã retornarei ao litoral, visitarei mais uma vez Torres e, após, seguiremos para Porto Alegre.

A seguir, fotos da Barra da Laguna e do Farol de Santa Marta.



De Guarda do Embau à Praia da Vila

Ontem, dia 18 de dezembro, fui traído pela internet  e não pude postar, muito embora tenha preparado o post. Ontem seria o trecho mais curto e mais rápido da viagem até o momento. No todo seriam percorridos 90 km em pouco mais de 1 hora. Seria mais rápido se não tomássemos a decisão de fazer o percurso pelo litoral visitando as principais praias, fugindo da BR 101. A decisão revelou-se acertada pois conhecemos uma parte inédita do litoral catarinense. Na sequência, após Guarda, visitamos as praias da Gamboa, do Siriú, da Garopaba, da Ferrugem, da Barra, do Ouvidor, do Rosa e da Vila, onde nos hospedamos.

Todas as praias são muito bonitas. A seguir as fotos de algumas delas.

Praia da Gamboa

sábado, 17 de dezembro de 2016

Guarda do Embau

Hoje foi o dia mais tranquilo da viagem. Entre Bombinhas e Guarda do Embau foram apenas 110 km. A tranquilidade da viagem nos permitiu conhecer com os atrativos da região: a foz do Rio Maciambú, e as praias do Sonho, Pinheira, Guarda do Embau e, após uma linda trilha de 1 hora (ida e volta), a linda Prainha.

galeria de fotos





sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Bombinhas

Bombinhas é tudo de bom. Boa gastronomia. Farta hospedagem. Praias excelentes. É o local ideal para fazermos uma pausa na viagem e relaxar do cansaço da viagem. Aproveitamos o dia de hoje para completar a visita às praias de Bombinhas. Fizemos uma breve caminhada de 4 km, desde a praia de Bombinhas até a Praia de Sepultura, uma das mais bonitas da região.

A seguir imagens das praias visitadas hoje.




quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Chegando a Santa Catarina

Hoje foi o trecho mais curto da viagem até o momento. Entre Morretes e Bombinhas percorremos “apenas 250 km”. Optamos fazer a viagem por Matinhos e Guaratuba, ambas no litoral paranaense, fazendo a ligação entre as duas cidades por balsa. Desta forma fugimos – um pouco  - da estressante BR 101. A decisão mostrou-se acertada pois as duas rodovias pelas quais trafegamos até retomar a BR 101, em Garuva, (PR-508 e SC-417), revelam-se, em dezembro, um colírio, uma vez que em suas margens há uma verdadeira explosão de quaresmeiras e manacás em flor.

Em Itapema fizemos uma pausa para almoço no Restaurante Matinhos, tão caro quanto gostoso!

Chegamos em Bombinhas ainda cedo. O suficiente para fotografar suas principais praias.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Chegando ao Paraná

Hoje o trecho foi menos cansativo. Percorremos “apenas” 270 km entre a Ilha Comprida (Iguape) e Morretes (PR). Após um pernoite na simpática e agradável pousada Morada dos Guarás, em Ilha Comprida, percorremos duas das mais bonitas estradas do Brasil, pelo menos no mês de dezembro. Entre Iguape e Pariquera-Açu, percorremos a estrada Ivan Zanella, totalmente emoldurada por mata nativa pontilhada de quaresmeiras e manacás em flor. Já próximo a Morretes trafegamos pela Estrada da Graciosa cujo maior atributo em dezembro são as hortênsias em flor que colorem suas margens. Mais uma vez o tempo chuvoso impediu que tirássemos boas fotos.


Estrada Ivan Zanella




Estrada da Graciosa

Morretes é uma cidade simpática e aconchegante a qual recomendamos visitar, seja em um "bate e volta" a partir de Curitiba, seja pernoitando na cidade, a qual oferece aos turistas uma gastronomia variada e um cento histórico ainda parcialmente preservado.

Fotos de Morretes




terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Curtindo litoral paulista

Hoje foi um dia intenso (e cansativo). Não somente pelos 410 km que percorremos entre Ubatuba (Praia da Enseada) e Iguape (Ilha Comprida) mas também pela visita que fizemos a diversas praias do litoral paulista, com desataque para as praias Domingas Dias e Vermelha do Sul, as  mais bonitas que visitamos. Estava programado fazer uma trilha entre a Praia de Fortaleza e a Praia do Cedro, entretanto, em razão do tempo que seria despendido na caminhada preferimos abortar a trilha. Fica a promessa de retornarmos para realizá-la.

abaixo fotos das praias Domingas Dias e Vermelha do Sul.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Na Estrada

Hoje começamos de fato nossa aventura até Mendoza, Argentina, a terra do vinho. A aventura,de aproximadamente 4500 km (somente ida) será feita integralmente de automóvel. Hoje percorremos o trecho entre o Rio de Janeiro e a Praia de Enseada, em Ubatuba, onde pernoitamos. Aproveitamos a viagem para visitar mais uma vez a vila de Trindade, onde almoçamos e fotografamos as principais praias.

Abaixo, fotos ilustrativas das praias Brava e Cachadaço. Infelizmente o tempo estava nublado e chuvoso o que não permitiu tirar boas fotos.